Ênfase na espiritualidade

O padre Pedro Ramos de Faria nasceu no dia 19 de outubro de 1951 no distrito de Paiquerê, município de Londrina. A família se mudou para a cidade em 1962, passando a morar no Jardim Shangri-lá B.

A partir desta época, a família passou a ter uma vivência intensa em nossa paróquia, participando inicialmente do Apostolado da Oração. O padre Pedro estudou dois anos na Escola Carlos Dietz e foi coroinha em nossa paróquia a partir de 1963, quando o pároco era o padre Paulo Speiser.

Embora tenha sentido o chamado para o sacerdócio ainda no distrito de Paiquerê, o padre Pedro diz que foi em nossa paróquia que a vocação se fortaleceu. “A minha vocação sacerdotal se floresceu com o padre Paulo; e sempre olho essa paróquia (Rainha dos Apóstolos) como a minha infância”, afirma.

Ele entrou para o Seminário São Vicente Pallotti em 1965, permanecendo até 1970. No ano seguinte, começou a trabalhar em uma agência bancária.

Depois, a família se mudou para Terra Roxa, no Oeste do Paraná, onde ele começou a trabalhar em outro banco. Nesta cidade, se tornou ministro da Eucaristia e ficou responsável pelas celebrações na ausência do padre local. Foi então que percebeu que sua vocação era mesmo o sacerdócio.

Em 1977, com 26 anos, decidiu voltar ao seminário. Foi ordenado sacerdote no dia 15 de dezembro de 1985, em Terra Roxa, onde ainda moravam seu pai e suas irmãs.

O padre Pedro passou boa parte do tempo como missionário em várias cidades no Sul da Bahia, onde testemunhou a crise que afetou as lavouras de cacau e trabalhou com índios da nação Pataxó, que teve um de seus filhos queimado vivo em Brasília, fato que teve repercussão nacional.

Ele diz que teve uma experiência muito rica como missionário na Bahia, procurando inclusive o diálogo entre trabalhadores e fazendeiros para evitar conflitos nas áreas de produção de cacau. Segundo ele, a situação era tão crítica, que alguns patrões até impediam seus funcionários de participar das celebrações e algumas missas eram celebradas junto às porteiras, nas entradas das fazendas. “Depois da crise do cacau, o pessoal passou a acreditar mais tem Deus; tinha gente que pensava que o cacau era o deus”, afirma.

Além da Bahia, o padre Pedro passou também pelas cidades de Martinópolis, no interior de São Paulo, e por Arapongas, onde ficou por seis anos na Paróquia São Vicente Pallotti. Antes de assumir a nossa paróquia, ele foi pároco na Paróquia São Vicenti Pallotti, no Conjunto Vivi Xavier, região Norte de Londrina, onde ficou mais dois anos.

O padre Pedro assumiu a nossa paróquia no dia 9 de fevereiro de 2015, mas celebrou a missa de posse no dia 14.

Ele disse que pretende trabalhar com todos os segmentos da paróquia, sem distinção, mas demonstra um carinho muito grande pela espiritualidade. Segundo o sacerdote, a sociedade moderna tem uma grande carência espiritual, que precisa ser suprida com o trabalho não só do padre, mas de todas as lideranças pastorais.

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