O Cerco de Jericó em nossa paróquia terminou com um pedido: que as pessoas saiam do comodismo e aprendam a viver em comunidade. O pedido foi feito pela pregadora Jessica Pieri, do Grupo de Oração Caminhando com Maria, ao refletir sobre o Evangelho do dia, que foi o convite de Jesus aos 12 apóstolos. A celebração foi presidida pelo padre Pedro na quarta-feira, dia 27 de setembro.

Jessica usou várias vezes o termo “fé salvadora” para fundamental a sua pregação. Segundo ela, nós podemos ser iguais aos apóstolos, desde que obedeçamos à ordem de Jesus: “vá e profetize”. Para ela, a fé salvadora pode curar e libertar.

Ela comparou a fé das pessoas com as latas de mantimentos que as famílias guardam em casa e que não podem ficar vazias. Sendo assim, o cerco não deve ser encarado como uma obra “acabada”, porque “a nossa fé precisa ser alimentada sempre”.

Quando à ordem de Jesus, a pregadora afirmou que as pessoas não devem se preocupar muito por onde começar a missão de profetizar e sugeriu que o melhor é começar em casa mesmo e no próprio trabalho.

Na abertura da celebração, o padre Pedro testemunhou que ele mesmo recebeu uma graça durante o cerco. O sacerdote passou as últimas semanas com tosse e uma forte gripe, mas disse que já estava curado no último dia do cerco.

No final, ele anunciou que iriam cair por terra as muralhas espirituais, de doenças físicas e psicológicas, que impedem as pessoas de terem uma vida em plenitude.

A maioria das pessoas que participam do Cerco de Jericó em nossa paróquia não faz parte da comunidade, mas desta vez foi identificada a presença de pessoas de várias cidades da região, entre elas Arapongas, Cambé, Assai e São Jerônimo da Serra.

Veja abaixo o vídeo e a galeria de fotos do último dia de Cerco

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