A temática deste ano do mês vocacional é “Seguir Jesus a luz da fé” e o lema é “Eu sei em quem depositei a minha fé”.  No primeiro domingo de agosto foi celebrado o Dia do Padre e do Diácono.

O bispo auxiliar de São Paulo e referencial da Pastoral Vocacional, dom José Roberto Fortes Palau, lembrou, em entrevista ao Portal da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que o Papa Francisco tem insistindo em uma ‘igreja em saída’, evangelizadora e que dá testemunho do Evangelho de Cristo.

“Quem é chamado à vocação a vida familiar se santifica vivendo o evangelho numa vida de família, no seu ambiente de trabalho, se santificando. E aquele que é chamado a uma vocação mais específica, por exemplo, a vida consagrada, busca a santidade servindo como consagrado. De tal forma que todos nós colaboramos para o crescimento e a santidade da Igreja”, afirmou.

Dom José também enfatizou que é preciso fortalecer a cultura vocacional em nas dioceses, paróquias e comunidades. “ Vocações existem, elas precisam ser despertadas. Nós precisamos de padres, religiosos e religiosas para servir à Igreja e agosto é um mês especial para despertar essas vocações na Igreja”, disse.

O pároco padre Bruno Áthila sentiu o chamado ainda quando era criança e frequentava as missas com os padrinhos.  “Eu tinha uns seis anos e já dizia que queria ser padre”, contou. Mas foi na adolescência que houve a confirmação da vocação e o início da caminhada para a vida sacerdotal. Padre Bruno comemorou no mês passado os seis anos da sua ordenação.

DIÁCONO PERMANENTE

José Renato Pavanato é diácono permanente da nossa paróquia há 13 anos.   Renato conta que durante um encontro do ECC (Encontro de Casais com Cristo) despertou a sua vontade de conhecer melhor a Palavra. “Quis conhecer melhor sobre o Novo e o Antigo Testamentos”, diz.

Foram quatro anos de estudos e preparação para exercer essa vocação. “Ter essa vocação é se por a disposição e encarei isso de uma forma que nunca imaginava. Foi a escolha de Deus. Mudei muito. Com a Palavra de Deus a esperança se renova”, conta.

Renato participou do ECC, dos Vicentinos e foi coordenador da Pastoral da Acolhida.

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