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Paróquia adota novas práticas de gestão administrativa e financeira

Desde o começo do ano, a paróquia está fazendo alterações nos procedimentos administrativos e financeiros para deixar a gestão mais eficiência. O consultor econômico Elton Freire vem orientando a secretaria e o CEP (Conselho Econômico Paroquial) sobre as novas práticas.

Entre as mudanças estão a exigência de nota fiscal para o pagamento de qualquer fornecedor ou compras realizadas pela paróquia ou pelas pastorais e movimentos. Não são mais aceitos recibos como comprovante de pagamento.

Os pagamentos das despesas agora são feitos por meio eletrônico (depósito, transferência ou boleto bancário). Agora, não fica mais dinheiro na secretaria. As pastorais e movimentos precisam fazer previsões de gastos e solicitar a liberação do recurso.

A prestação de contas do Dízimo sofreu alteração também. Está mais clara, permitindo a comunidade ter uma visão mais ampla de onde são aplicados o dinheiro do Dízimo. A paróquia tem três fontes de renda: Dízimo, doações e espórtulas de sacramento (para realização de casamentos). Esporadicamente entram recursos das campanhas específicas como, por exemplo, a Festa Julina.

INVESTIMENTO

Uma gestão mais organizada permite o planejamento de investimentos futuros. A partir desde semestre, a paróquia precisa dar o start na execução do Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio, conforme determinação do Corpo de Bombeiros.

Será preciso fazer adequações no Centro Pastoral Paroquial como a instalação de uma rota de saída alternativa no segundo andar, isolar a parte dos fundos do prédio do Colégio Portinari e da paróquia, readequar o guarda-corpo do Coro. Há a intenção de fazer novos banheiros na igreja, incluindo um banheiro família e para deficiente físico.

“São coisas que vem para melhorar, mas ainda não temos uma definição do custo, pois estamos em fase de orçamento com as empreiteiras. Acredito que passe dos R$ 100 mil”, comentou Dênison Utyamada, coordenador do CEP.

Existe a vontade de instalação de câmeras de segurança na igreja e no Centro Pastoral Paroquial, com o objetivo de inibir os furtos que vem ocorrendo. Mas todos esses investimentos e melhorias dependem de dinheiro e nossa paróquia conta com a generosidade da comunidade, seja por meio da experiência do Dízimo, ou por doações.

 

Você sabia…

O que é o Dízimo?

É a devolução a Deus de uma pequena parcela dos nossos bens em forma de ação de graças pelo muito que d’Ele recebemos. Do Dízimo é que deve vir os recursos necessários para administrar. Nada mais e além dele. O dízimo deve ser sempre suficiente na comunidade. O dízimo tem o tamanho da fé da comunidade; é o termômetro para se medir a opção e a determinação do grupo” (Guasque, 2009, 38)

Como é usado dinheiro do Dízimo?

O dinheiro tem três finalidades chamadas de dimensões: Religiosa, Social e Missionária

Por dentro das dimensões

Religiosa

Tem por finalidade a manutenção da igreja.  Aqui entram todas as despesas com os funcionários (salários, férias, vale-transporte, INSS), pagamento de serviços feitos por terceiros (qualquer empresa ou pessoa física que presta serviço de manutenção dos bens da igreja), água, luz, telefone, espórtulas, côngruas, material de escritório, de uso na cozinha, de limpeza e higiene, refeições e outras despesas administrativas e financeiras (despesas bancárias), recursos para realização de festas e promoções. Flores e ornamentações, jornal paroquial, celebrações especiais, manutenção da casa paroquial.

Social

O dinheiro é destinado ao:

Fundo Arquidiocesano da Partilha – cada paróquia repassa uma porcentagem da arrecadação do Dízimo para o fundo. O percentual varia entre 3%, 5% e 7% dependendo do tamanho da paróquia.

Para donativos a carentes

Ao Centro Assistência Social (Casa de Maria), à creche do Vivi Xavier e, eventualmente, a outras entidades assistenciais

Missionária

Entram: Taxa Mitra (6% do valor do Dízimo), contribuição para a congregação palotina (4%), contribuição para a congregação côngruas, repasse crisma (é repassado ao bispo um valor por cada crismando), repasse da coleta evangelização, despesas com as pastorais e movimentos, assistência e ajuda ao clero, auxílio e contribuição para religiosos e seminários, INSS do sacerdote, despesas com retiros e formações dos diáconos e repasse ao FAAS (Fundo Arquidiocesano de Amparo aos Sacerdotes)

 

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