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Tempo de colaboração

Estamos iniciando um tempo novo na vida da nossa Paróquia Rainha dos Apóstolos. Gostaria de chamar este de tempo de colaboração! Temos uma igreja forte. Lideranças bem preparadas e disponíveis. Corações generosos. Jovens apaixonados. Adultos entusiasmados. Idosos agradecidos. Honrando aqueles que nos antecederam na fé e na caminhada desta paróquia, queremos iniciar um tempo de «frutificação» abundante, usando o potencial que Deus nos deu, na esperança que ele seja o iniciador de todas as nossas iniciativas e o aperfeiçoador de toda obra que nos dispusermos a fazer em seu Nome.

É com o coração grato que nos dirigimos ao padre Pedro, que nestes três anos procurou dar o seu melhor. Procurou cuidar de todos como pai e intercessor. Cumpriu sua missão com humildade e discrição. A ele, um sentido obrigado por cada missa celebrada, cada pecador perdoado e cada palavra dirigida ao povo de Deus desta nossa paróquia.

Iniciamos a nossa nova etapa na vida da paróquia em um tempo muito especial, o tempo da Quaresma. É deserto. É purificação. É retorno. Voltar sempre que for necessário. Voltar ao primeiro amor, como aquele apelo de Deus à Igreja de Éfeso (cf. Ap 2,4). Voltar para aquele aconchego que é o coração de nosso Deus, tão rápido em amar e perdoar, tão terno e compassivo, tão indulgente com o pecador, um pai apaixonado, um Deus que não impõe limites ao próprio amor: “Amou-os até o extremo” (cf. Jo 13,1).

Desejamos que todos façam uma belíssima experiência de Deus nesta Quaresma e nesta Páscoa. Que seja o começo de uma lufada do Espírito em nossa paróquia que estará sempre de portas abertas para acolher a todos, como em um grande Cenáculo. Reinando absoluto o amor e o desejo de ser propriedade de Deus. A propósito disso, gostaríamos que nossa igreja fosse sempre como um sagrado aprisco onde todos os sedentos e famintos de Deus, O possam encontrar. Encontrem alimento em abundância, água em abundância, vida em abundância. É tempo de retornar ao Amor. Ao Deus que nos espera em cada missa, em cada reunião fraterna, em cada espaço silencioso de oração em nossa “linda” igreja. Na confissão e demais sacramentos. Robustecendo sempre mais a nossa vida espiritual. Não esquecendo, porém de uma boa formação. Procurando conhecer bem a Escritura, a Doutrina, a Teologia, a vida dos santos deve ser uma prática constante em nossas vidas. Os antigos intelectuais da Igreja diziam fides quaerens intellectum (a fé procura entender). Para além de uma comunidade de fé, que façamos um investimento profícuo em nossa formação católica. É necessário conhecer a fé que professamos. Conhecermos a Escritura para que não sejamos vítimas de falsas doutrinas e falsos profetas… e possamos situarmo-nos, com propriedade, como verdadeiros cristãos diante dos nossos irmãos e dos desafios que nos esperam.

Padre Bruno Áthila, SAC
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